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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Volta as aulas 2018


Como prometido, hoje trago depoimentos de mães compartilhando a volta às aulas dos seus pimpolhos📚📖. 

Rafaelle - mãe de Nicholas, 4 anos - Pré 1.

Volta as aulas 2018.
Durante as férias, de início, ele aproveitava sem sequer falar da ESCOLA...

Com o passar das semanas percebeu que não ia mais à escola, e que este período chamado férias é bem longo.. então começaram as perguntas:
"Eu não vou mais a escola?
Acabaram as aulas?
Onde estão as professoras?"

E assim fui dando as explicações e  mostrando no calendário quantas semanas faltavam .. .
Logo logo eu também já estava sentindo falta da ESCOLA, afinal toda criatividade e condição financeira de mãe nas férias, tinham acabado.

E chegou o tão esperado dia: todo arrumado, com lanche, utensílios e brinquedos, pronto, lá fomos nós...

Muitas novas crianças, muitas mães novas.. e todos puderam entrar juntos pra aproveitar do convívio e das áreas arrumadas com diferentes atividades.

E então Nicholas se deu CONTA de que não era mais a mesma professora de antes, começou a perceber que ele agora iria para o Pré 1, e aquela antiga professora ficaria com uma nova turminha, e ele com uma nova professora.  

Mesmo que eu tivesse falado desde o início como seria a nova fase, tudo se encaixava AGORA ali na sua frente.. Felicidade,  insegurança,  euforia, curiosidade... Uma mistura de sentimentos tomaram conta dele e, ao ouvir alguns choros, sentiu vontade também. Interferi dizendo que ele, nas férias, havia dito estar com saudades da escola e dos amigos, então que aproveitasse aquele momento.

Ele disparou: "Mas aquela saudade passou, foi embora!"
Tive que rir..não desdenhando do sentimento dele, mas achei graça da maneira como ele achou de rapidamente desviar a atenção da conclusão do assunto:  se estava com saudades, era hora de aproveitar e ficar na escola, matar esta saudade!

Hora de se despedir. Choroso ele disse que não gostava de ficar longe de mim (tão bom ouvir isso), mas o foco era dar a ele apoio e coragem pra prosseguir.

Afirmei que também não gostava de ficar longe dele, mas que isso seria tão rápido, que logo estaríamos de novo juntos. Então tive a ideia de dar a ele um elástico de cabelo (simples preto). Tenho dois, então coloquei um no meu pulso e outro no pulso dele e disse: "isso será nosso objeto da saudade" - quando ele estivesse com a saudade apertando no peito, ele mexeria no elástico e se lembraria que o amo e que logo eu estaria chegando para buscá-lo. E assim combinamos. 

Sabia que ele estava seguro (nem tanto como em meus braços), mas que seria positivo esse momento, essa rotina e essa experiência. E assim foi... fazendo novas amizades, continuando com as antigas, aprendendo a conviver. Segue a rotina diária da ESCOLA. Pra nós  dois não foi tão difícil, pois sempre que há oportunidade, conversamos sobre como é bom e importante estudar. E este não foi o primeiro ano dele.


Pamela mãe do Miguel, 3 anos - Maternal l

Bom, a volta às aulas sempre é muito difícil. Tem os choros, a adaptação de horário de dormir e acordar. Mas mesmo com todas as dificuldades, Miguel se adaptou muito bem. Não chora mais e ainda me dá beijos de despedida.

Essas nossas crianças só nos surpreendem. Aqui em casa não é diferente rs...

E como foi a volta às aulas do seu filho? Deixe o seu comentário, curta e compartilhe a página. Um forte abraço e breve!
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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Volta às aulas

Para muitos, o retorno dos pequenos à escola pode ser uma baita dor de cabeça, já para outros é um alívio rs.
Imagino, se você tem mais de um filho, o trabalho é dobrado ou triplicado. 

De qualquer forma, para todos papais e mamães, a volta às aulas é sinônimo de muita pesquisa e muitos gastos. As crianças crescem muito rápido e a cada novo ano escolar é tudo novo dos pés a cabeça, sem contar os livros, uniforme, transporte...

O bom de tudo é que a educação é o bem maior que podemos deixar pros nossos filhos, ou seja, é um investimento pra toda vida!

A minha pequena, de apenas 2 anos, já está na creche em horário integral há um ano. Por conta disso, ouvi muitas críticas do tipo: "ela é muito nova", "se ela sofrer maus tratos não saberá falar ainda" e outras sandices, com todo respeito...

Eu insisti em colocá-la na creche muito cedo, porque a minha filha, mesmo tão pequena, sempre foi inteligente e esperta. Eu acreditava que em casa, devido às minhas tarefas do lar, eu não corresponderia e nem contribuiria para o desenvolvimento de que ela mostrava necessitar. Eu só sabia lavar, passar, arrumar. Eu não sentava com ela pra brincar. Nesse ponto, os créditos acabaram sendo do super pai.

A creche também veio pra me aliviar nos trabalhos, pra me permitir cuidar mais de mim, pra descansar quando dá rs...

Lembro-me bem do primeiro dia de aula após a adaptação. A minha bebê, mega feliz, quis carregar a própria mochila, entrou na sala sem me dar um beijo sequer 😥. Eu confesso que demorei a relaxar. O telefone tocava e eu já pensava que era da creche kkk.

Esse ano eu fiquei muito feliz pois a minha filha, em vez de ir para o Berçário ll, foi direto para o Maternal l. A expectativa é grande, pois ela já conhece as cores primárias, conta de de 1 até 10, é tagarela que só rs, e sempre me surpreendendo com palavras novas... Será um ano muito proveitoso.

No próximo post prometo trazer depoimentos  do que representa para outras mães e bebês a primeira experiência na escola.
Aguardo o seus comentários! Um forte abraço e até breve.
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