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domingo, 30 de julho de 2017

Passeio para ilhas paradisíacas de Angra

As minhas férias foram frustrantes sim, porém tivemos momentos maravilhosos, que alimentam a alma, que só o contato com a natureza tem esse poder. Também tivemos facilidade ao comprar alimentos, pois a cidade dispõe de vários mininercados que aceitavam o meu cartão alimentação, inclusive padaria e pizzaria, reduzindo em 90% dos meus gastos nessa viagem. Show!


Bom as férias acabaram para mim e a minha neném, mas não para minha família, pois Akires o meu sobrinho de nove anos amou o contato com a natureza e,  encantado com a viagem, pediu mais aventura rs. Vamos acompanhar!


Anna Carolline, mãe do Akires de 9 anos


         Passeio para Ilhas paradisíacas de Angra !!!!

Como em todo ponto turístico, em Ilha Grande existem diversas agências, que basicamente vendem os mesmos passeios, em geral pelos mesmos valores, inclusive meia passagem para crianças de até 10 anos.




Escolhemos uma que se destacou pelo atendimento. A vendedora nos explicou cada detalhe de cada trajeto, com mapas e até vídeos. Nos mostrou qual seria o melhor passeio e suas belezas naturais.




Fizemos o passeio de lancha. Mesmo com sol pela manhã, o vento estava presente e o frio também (julho é inverno, não é?). Águas geladas e um marinheiro que só se limitou a levar aos lugares, não sabia ou não queria contar a história de cada ilha, foram os pontos negativos do passeio. Comparando com um passeio parecido feito em Paraty, por exemplo, deixa a desejar. Por lá, os marinheiros falavam a origem do nome das ilhas e até a que estrangeiro famoso elas pertenciam, sem pagarmos nada mais pela informação rs. Vê-se que faltam profissionais preparados.




Optamos pelo passeio náutico de meia volta para as ilhas paradisíacas. Conhecemos Ilha de Botinas, Ilha de Cataguás, Ponta da Piedade, Cataguases e a Praia do Dentista. É um passeio que dura em torno de 4h30m a 5h. É possível levar lanche e bebidas. A lancha oferece gelo, água, e você pode comprar suas bebidas e colocar pra gelar. Na última ilha pudemos fazer o pedido do almoço (não incluso no valor do passeio) a bordo da lancha. O marinheiro faz o pedido e nos leva ao restaurante Refúgio das Caravelas, na Praia Saco do Céu, onde só se vai de barco. A lancha fica em alto mar e o barquinho vai buscar. Chegando lá é só se deliciar, por que a comida já está esperando, tudo muito bom e gostoso.





Infelizmente, por conta do frio e da velocidade da lancha, não deu para registrar o por do sol na saída do restaurante. Esse registro está só na nossa memória. 



Belezas naturais, águas cristalinas e muita água gelada!

Akires ficou doido para ver os peixinhos com snorkel​.


Ele não queria sair da água e eu não queria entrar kkkkkkkk (friooo).




Mas encantador. Com certeza irei novamente, até por que temos que fazer todos os passeios que a ilha oferece, né. 

As aventuras na Ilha Grande - RJ terminaram por aqui. Essa foi a nossa primeira de muitas férias de julho que virão. Estou ansiosa para saber como estão sendo as suas férias com os seus filhos! Venha dividir conosco a sua experiência.

Um forte abraço!
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domingo, 23 de julho de 2017

Férias frustrada de julho - Parte 2

De última hora, eu e minha irmã decidimos levar as crianças - meu sobrinho Akires de nove anos e Marina de 1 ano - para conhecer Ilha Grande, no Rio de Janeiro.




Akires e Marina já chegaram na ilha com espírito aventureiro, querendo fazer trilha e desbravar o desconhecido. Haja disposição rs.





Buscamos um meio de hospedagem simples sem muito luxo. Encontramos como melhor opção uma quitinete, já que estávamos com bebê. Cozinhar para as crianças seria mais saudável e menos estressante, sem mudanças na rotina alimentar delas.



Gostamos do espaço, bonito, confortável e ótimo atendimento.


Houve falta de comunicação e mais esclarecimento do que estava descrito no serviço. No local, tinha placas com regras que antes não haviam sido informadas, do tipo:

"Não é permitido trazer pessoas de fora para a quitinete."

"Favor manter a louça limpa."

"Não jogar papel no vaso sanitário."

Como foi a nossa 1° vez nesse tipo de hospedagem, tive dúvidas sobre produtos de limpeza e de higiene. Perguntei ao responsável se eram por nossa conta esses produtos. Na contratação, ele  informou que era por conta deles, e eu estou aguardando até agora…

Tivemos que comprar pano de chão para o banheiro, pois a água não tinha para onde escoar e invadia o quarto. Compramos também detergente, papel higiênico e água, porque não tinha filtro na bica da cozinha.

Eram 6 quitinetes uma de frente pra outra. Confesso que não é indicado para grupos de três a quatro pessoas, pois as paredes são finas e tudo que conversávamos todos ouviam, eu digo “TUDO”... Passei a maior vergonha da minha vida: minha filha passando mal de madrugada, estávamos discutimos se levaríamos ao posto de saúde ou não, logo batem na porta dizendo que estávamos incomodando, que também tinham filhos, aquela baixaria. Me senti muito constrangida. Chegamos ao ponto de sussurrar pra não levar esporro de novo.

Se você achou isso bem chato, acompanhe o que aconteceu com a minha mãe que decidiu, em cima da hora, nos acompanhar nessa viagem.

Ela só se preocupou com uma pousada que oferecesse café da manhã, analisou as fotos que agradaram bastante pela beleza e observou que a localização era a poucos metros da quitinete em que ficamos hospedadas. 

No anúncio dizia que a pousada ficava na rua Carlos Chagas. Chegando lá tinha uma ladeira, que subia tão tão alto aff… Minha Mãe com 64 anos, joelho ruim, hipertensa, chegou passando mal com tanto esforço. Depois de tudo isso, ainda se deparou com um quarto com cheiro de mofo.

Após se restabelecer solicitou o cancelamento imediato, a funcionária passou o caso para dona do estabelecimento, que informou à minha mãe sobre o pagamento da multa pelo cancelamento. Ok, já estava ciente, mas aí disseram que ela também teria que pagar uma taxa de R$100 já que chegou a entrar no quarto, mesmo que por minutos. Bom minha Mãe calculou o prejuízo e optou em ficar nestas condições absurdas.

Indignada fui lá tentar resolver e resgatar a minha mãe, e ela já havia cedido ao absurdo.

Conversei com ela longe dali e a informei que lá ela não ficava pois era distante, deserto.

Contei o fato ao administrador da quitinete e ele ofereceu colocar + uma cama para minha mãe no quarto, sem custo. Ainda existem pessoas bondosas neste mundo!

Junto com a minha irmã fomos buscar as coisas da minha mãe enquanto ela ficava com as crianças.

Solicitei o contato da dona da pousada que não se encontrava. Informei que minha mãe não tinha condições de ficar lá pois havia passado mal novamente. Solicitei o estorno do cartão e que debitassem a multa pelo cancelamento. Naquele momento a atendente percebeu que a idosa não estava sozinha e, claro, não tocou no assunto dos R$ 100 de taxa por entrar no quarto.

Então, depois desse pesadelo que acabou bem no final, fica algumas dicas:

1) Não faça nada com pressa ou quando estiver cansada.

2) Na Ilha Grande, procure hospedagem com numeração próxima ao início da rua, pois assim terá maior noção de distância do porto ou do comércio.

3) Leia os comentários a respeito do estabelecimento ou serviço contratado, de preferência da mesma época do ano. Com certeza vai te ajudar bastante. 



Espero que com a experiência vivida por mim, você tenha férias mais animadas e cheias de aventuras. 

Então, nos conte como está sendo as férias com os seus filhos? Um grande abraço e até breve!
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domingo, 16 de julho de 2017

Férias frustradas de julho

Quando algumas coisas não saem como gostaríamos 

Destino: Ilha Grande - RJ




O início das nossas férias foi um fiasco. Alguns contratempos que não nos permitiram diversão prolongada, antecipando a nossa volta, infelizmente...


Fizemos uma trilha no Parque Estadual da Ilha Grande. Conhecemos o mirante e a cachoeira Poção. Marina queria seguir sozinha sem dar as mãos, toda independente rs.


Porém nessa época do ano a mata tende a ficar mais úmida. O chão de barro estava bem escorregadio, foi difícil convencê-la a ir pro canguru rs…



Não demos seguimento à trilha por falta de sinalização. Ficamos sem entender como chegar à cachoeira da Feiticeira, que era o nosso objetivo.


A água estava uma delícia, porém o vento não nos permitiu aproveitar tanto. Como minha baby é bastante alérgica, teve febre e fomos parar no posto médico da Ilha Grande, que por sinal tem um excelente atendimento, sem fila, sem demora. Me senti em outro planeta: um posto de saúde que funciona! Estão de parabéns!

Enfim a viagem que era de quatro dias se reduziu a dois dias. Foi bom enquanto durou, porém nada melhor que a nossa casa quando nossos babies não estão se sentindo bem, não é mesmo?

Chegando em casa o nosso quintal é bem espaçoso. Logo Marina começou a brincar, confundido a areia dali com a da praia, para o meu desespero rs.

Bom, as férias estão apenas começando. Em breve, voltarei pra contar para vocês novas aventuras de mães que viajam com seus filhos.

E falar também das ciladas ao fazer uma reserva correndo, se precipitando, sem pesquisar muito, os problemas que podem ocorrer.

Deixe o seu comentário, vamos adorar acompanhar as suas aventuras com seu filho. Um forte abraço e até breve.
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